
A cidade de Paulínia registrou o primeiro caso de Mpox em 2026. A confirmação foi feita pela Secretaria Estadual de Saúde, que informou que o paciente cumpriu integralmente o protocolo de isolamento, recebeu o tratamento adequado e já está totalmente recuperado, sem risco de transmissão.
O caso ocorre em um cenário de monitoramento contínuo em todo o São Paulo, que contabiliza, até o momento, 63 confirmações da doença neste ano. Apesar dos registros, as autoridades sanitárias destacam que não houve óbitos relacionados à Mpox no Estado em 2026.
De acordo com a Prefeitura de Paulínia, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, trata-se de um caso já encerrado, sem qualquer risco atual à população. Na região, todos os pacientes diagnosticados apresentaram evolução clínica satisfatória, o que indica que não há transmissão ativa associada aos casos já concluídos.
A Mpox é uma infecção viral transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções corporais, gotículas respiratórias ou objetos recentemente contaminados. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, aumento dos gânglios linfáticos e erupções cutâneas características.
Embora a maioria dos quadros seja considerada leve, especialistas alertam que pessoas com o sistema imunológico comprometido devem redobrar os cuidados e buscar atendimento médico imediato ao surgimento de sinais suspeitos.
Diante da confirmação local, as autoridades reforçam a importância de medidas preventivas simples e eficazes, como a higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal e atenção redobrada a sintomas cutâneos associados a febre.
A Secretaria de Saúde mantém o monitoramento da situação epidemiológica e reforça que a informação e a prevenção continuam sendo as principais aliadas no controle da doença.